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Bolsonaro e Jorginho inclinados por Carol De Toni ao Senado

Redação por Redação
18 de fevereiro de 2026
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Bolsonaro e Jorginho inclinados por Carol De Toni ao Senado

Encerradas as festividades carnavalescas no Brasil, o calendário político volta a impor o seu ritmo e projeta, ainda com muita nebulosidade, o tabuleiro eleitoral de 2026. Em Santa Catarina, a corrida ao Senado — tradicionalmente um dos eixos estruturantes das alianças majoritárias — começa a ganhar contornos mais definidos e, ao mesmo tempo, mais tensos.

O movimento mais recente, atribuído ao ex-presidente Jair Bolsonaro, reposiciona peças relevantes no xadrez local e sinaliza, de forma inequívoca, a preferência por uma candidatura que altera o equilíbrio previamente costurado entre partidos e lideranças.

Além, evidentemente, do nome do próprio filho, Bolsonaro estaria chancelando também a deputada federal Carol De Toni.

Com o término do prazo de desincompatibilização e a janela partidária abrindo espaço para rearranjos, inaugura-se uma pré-campanha longa, de aproximadamente quatro meses, até o limite das convenções em agosto.

Esse período tende a ser decisivo para a consolidação de candidaturas competitivas, sobretudo ao Senado, onde a antecipação de movimentos costuma ser determinante para a formação de palanques robustos.

Avalista

A notícia divulgada pela CNN Brasil de que Bolsonaro teria sinalizado apoio à deputada Carol De Toni representa mais do que um gesto político: funciona como chancela simbólica e prática.

A parlamentar já condicionava sua permanência no PL à garantia de disputar a vaga — movimento compreensível diante do desempenho consistente nas pesquisas. Com o respaldo do principal líder do campo conservador, sua posição se fortalece de maneira expressiva, dentro e fora do partido.

Chapa pura

A eventual confirmação desse cenário converge com o que, nos bastidores, sempre foi apontado como preferência do governador Jorginho Mello: uma composição sem aliados externos, tendo Carlos Bolsonaro e Carol De Toni como nomes ao Senado.

Tal desenho, no entanto, tensiona acordos anteriores firmados pelo presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, que indicavam espaço para o senador Esperidião Amin, candidato à reeleição. Santa Catarina está no pacote acordado por Valdemar, Ciro Nogueira e Antônio Rueda.

Família e preferências

O movimento também dialoga com a inclinação já manifestada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, defensora da candidatura de Carol De Toni.

Dentro do próprio clã, contudo, não há plena sintonia: o senador Flávio Bolsonaro havia sinalizado simpatia por Esperidião Amin.

Impacto na federação

A consequência imediata desse gesto do ex-presidente pode ser o afastamento da federação formada por União Brasil e PP da chapa liderada pelo governador.

Os dois partidos já atravessam momento delicado, agravado pela profunda indignação de lideranças progressistas — entre elas Esperidião Amin — após manifestações de seus dirigentes, Antônio Rueda e Ciro Nogueira, em solidariedade ao ministro Dias Toffoli. O gesto, aliás, provocou reação pública da bancada do PP no Senado.

Até o gogó

Importante frisar que Ciro Nogueira e Antônio Rueda não foram provocados. A manifestação foi espontânea, gerando enorme mal-estar, pois, na leitura apresentada, a única explicação para apoiarem um cidadão enrolado até o pescoço em falcatruas supremas seria quase uma confissão de culpa.

Tudo leva a crer, segundo essa interpretação, que as investigações poderão alcançar os dois dirigentes partidários.

Federação sob pressão

Nos bastidores, comenta-se que os nomes de ambos constariam na lista daqueles com grande proximidade ao chamado “homem-bomba” da República, Daniel Vorcaro.

Esse contexto sugere que a federação chega fragilizada ao ciclo eleitoral, com risco de perda de protagonismo tanto no plano nacional quanto nos estados.

A janela partidária, nesse ambiente, pode acelerar um processo de esvaziamento dos partidos federados, redesenhando forças e ampliando o espaço para projetos mais coesos — especialmente aqueles que se estruturam em torno de lideranças com maior densidade eleitoral, que, em Santa Catarina hoje, atende pelo nome de Jorginho Mello.

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